A Polícia Federal prendeu nesta quarta-feira (15) oito pessoas suspeitas de integrar uma quadrilha que usava empresas de fachada para fraudar licitações em 35 cidades da Paraíba. Segundo o Ministério Público Federal, a quadrilha movimentou cerca de R$ 23 milhões nos últimos três anos.
Na operação, a Justiça expediu nove mandados de prisão e 12 mandados de busca e apreensão nos Estados da Paraíba e São Paulo e o sequestro de bens dos envolvidos. Sete pessoas foram presas na Paraíba e uma em São Paulo. A PF não divulgou a identidade dos presos e detalhes sobre suas participações no suposto esquema.
A operação foi batizada como "Gasparzinho", e conta com a participação da CGU (Controladoria-Geral da União) e o Ministério Público Federal na Paraíba.
O grupo criminoso agia nos municípios de Alagoa Grande, Boa Vista, Mamanguape, Patos, Pilar, Pitimbu, Santa Rita, Santo André, Sumé, Algodão de Jandaíra, Brejo da Cruz, Caaporã, Lucena, Monteiro, Riachão do Bacamarte, Araçagi, Arara, Areia, Bayeux, Cabedelo, Caturité, Coremas, Cruz do Espírito Santo, Damião, Gurjão, Aroeiras, Cuitegí, São Bento, Areia de Baraúnas, Conde, Jericó, Juripiranga, Pedras de Fogo, Pombal e Serra Branca.